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Natalino Bitencourt e Concília Pagani 

Natalino, nasceu no dia 24 de dezembro de 1933, em Pindotiba, município de Orleans. Filho de Salvato Bitencourt e de Leopoldina Rodrigues de Freitas.

Viveu em Pindotiba até a idade de 4 anos, quando veio para São Simão, junto com o pai e a família. Estudou em São Simão, na escola municipal, até o 4º primário. Sua professora era a Carmela Casagrande.

Trabalhou com o pai na olaria até os 18 anos. Durante este período aprendeu a dirigir, quando o pai adquiriu uma camioneta Modelo A. Em 1954 tirou a primeira carteira de motorista, com 21 anos de idade e foi trabalhar no Armazém Progresso, como motorista, no transporte de mercadorias. As viagens eram feitas para Porto Alegre e São Paulo.

Depois desta idade foi trabalhar com Silvino Dalbó, no Rio Grande do Sul, na construção de ferrovias, aeroporto, estradas e túneis. Trabalhou na construção do aeroporto de Soledade, RS, na construção do túnel ferroviário entre Veranópolis e Antônio Prado, sempre como motorista.

Com a saúde debilitada do seu pai, retornou para São Simão para auxiliar nos negócios do armazém e da olaria. Tempos depois, deixou a olaria para o seu irmão mais novo, Salvato Filho, indo trabalhar na Mina do Otávio Fontana, também como motorista do caminhão F5 com carroceria de madeira, utilizado no transporte de carvão de São Simão para a caixa de embarque da Estrada de Ferro, no corte da Próspera. Algum tempo depois, na carroceria de madeira  foi adaptada uma manivela para bascular o carvão.

Nesta mesma época, deixou o Bairro São Simão e foi residir no Bairro Pio Correia, mas continuando a trabalhar na Mineração São Simão. Em 1965, voltou a trabalhar com a Construtora Dalbó.

A partir de 1973, transferiu-se para Içara onde reside até hoje. Neste período trabalhou sempre como motorista até 1997.

Enquanto morou em São Simão, participou das atividades da comunidade, sendo, inclusive, presidente da escola, durante um período. Destaca a sua participação na construção da capela de alvenaria. Como conhecia Porto Alegre, por diversas vezes, acompanhou moradores de São Simão para tratamento de saúde naquela cidade.

Na juventude, fez parte do conjunto musical formado pelo seu pai, que era o sanfoneiro, pelo irmão Romeu, panderista, pelo Nego Fuso, clarinetista e por ele, Natalino, que era o baterista. O conjunto animava os bailes na região de Criciúma e Urussanga.

Casou-se com Concília Pagani, em 19 de outubro de 1963. O casamento foi realizado em Içara.

Concília, nasceu em 08 de fevereiro de 1930, em 1ª Linha São João, município de Criciúma. Filha de Antônio Pagani e de Luiza Dinca Pagani.

Sempre cuidou da família e das atividades domésticas e do lar. Há 12 anos é voluntária do Grupo Berço dos Anjos, confeccionando enxovais para os recém nascidos de mães carentes.

 Descendência de Natalino Bitencourt e Concília Pagani

  1. Cristina, solteira
  2. Silvana, solteira
Natalino Bitencourt e Concília Pagani, com as filhas Cristina e Silvana

Natalino Bitencourt e Concília Pagani, com as filhas Cristina e Silvana

(Informações e fotos fornecidas por Natalino Bitencourt e Concília Pagani)

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