Criciúma - Santa Catarina|sexta-feira, maio 20, 2022
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João Ignácio Thomé e Cecília Magagnin 

João Ignácio Thomé, nasceu em Azambuja, município de Pedras Grandes, em 02 de setembro de 1915. Até a juventude permaneceu na casa dos pais, auxiliando nas lidas da roça. Nesta fase da vida, veio morar em Criciúma para trabalhar na Mina do Galo, localizada no terreno da família de Pietro Magagnin. Na mina exerceu a profissão de ferreiro, que lhe valeu a alcunha de “João Ferreiro”.

Nesta ocasião, conheceu Cecília Magagnin Pereira, nascida em 07 de fevereiro de 1921, filha do proprietário do terreno e que também trabalhava na mina, na escolha do carvão, atividade comum para as mulheres da época. Casaram-se e foram morar no terreno do sogro, numa casa construída pelo João Thomé.

Por problemas de saúde, teve que deixar o trabalho de ferreiro. Como precisava garantir o sustento da família, passou a trabalhar como carpinteiro, na construção de casas de madeira. Como carpinteiro, construiu a primeira capela do Bairro Mina do Toco. Durante este período, morou por 15 anos no Bairro Vera Cruz.

Em 1964, voltou a morar em São Simão, na casa que tinha sido dos sogros, já falecidos. No início dos anos 70 foi morar na nova casa que ele havia construído no mesmo terreno. Nesta casa viveu até os seus últimos dias. Na sua volta para o Bairro, trabalhou no corte de madeira, que havia na sua propriedade, para as mineradoras locais. Após o corte da madeira, trabalhava a terra para o plantio de diversas culturas, como milho e mandioca.

João Thomé sempre foi muito religioso e esta sua devoção pode ser vista na formação dos filhos, pois duas de suas filhas tornaram-se religiosas – Maria Barnabe, que continua na vida  religiosa, e Maria Mafalda, hoje casada. Além das filhas, dois de seus filhos foram estudar no Seminário – Cláudio e Domingos. Mas a maior prova de sua formação foi no desempenho das funções de capelão da Capela de São Simão por muitos anos. Como capelão, conduzia os cultos, a reza do terço e as via sacras, quando o padre não podia se fazer presente. Tinha uma forte fé, que as suas via sacras provocavam uma grande comoção nos participantes. Exerceu esta função de capelão com muita alegria e dedicação.

Sua esposa, Cecília Magagnin, depois do casamento, dedicou-se à família e as atividades do lar. Faleceu com 73 anos, em 14/07/1994.Tiveram uma prole numerosa.

DESCENDÊNCIA DE JOÃO THOMÉ E CECÍLIA MAGAGNIN 

  1. Pedro, falecido.
  2. Maria Mafalda, casada com Domenico Damian. Reside na Itália. Foi religiosa da congregação Beneditina por 20 anos.
  3. Maria Nasalete, casada com Paulo Mafei da Rosa. Filho: Márcio.
  4. Inácio, casado com Miralda Delucca. Filhos: Alexandre, Iandra e Leandro.
  5. Lourdes
  6. Célia
  7. Maria José, falecida.
  8. Maria Barnabé, solteira. Religiosa da Irmãs Beneditinas da Divina Providência.
  9. José Pedro, solteiro.
  10. Cláudio, casado com Ivanir Prá da Silva. Filhos: Clauvan, Caroline e Patrícia.
  11. Manuela
  12. Zélia Vitória. Filhos: Diana e Júlio.
  13. Élio
  14. Venceslau Wilson, casado com Tânia de Mello. Filhos: Denise, Djone e Júlia.
  15. Raimundo, casado com Luiza de Bitencourt. Filhos: Daiane e Luana.
  16. Francisco de Assis, falecido.
  17. Domingos, casado com Eliane (divorciada). Filhos: Samira e Sinara (gêmeas). Casado com Rosana. Filha: Idyta.
  18. Albertina, casada com Paulino Spillere.

(Informações fornecidas por Cláudio e Venceslau Wilson Thomé)

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